segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Inside

Os desencontros que afetam a razão do que poderia ter sido e embaralham a alma em um fato não vivido, a ponto de não saber mais distinguir sonho de realidade, que nela, por sinal, nada acontece. Os eventos cotidianos trazem conhecimento, porém nenhuma forma de contato que pode avivar o toque, nem que seja repentinamente. Os sonhos que mesclam fatos vividos com aquilo que sonho acordada, quando a imaginação flui positivamente, dando um toque romântico até quando te lançam rapidamente um olhar doce. Ela vai além, e molda toda uma situação em que tudo fica bem. E tu sorri. E tu imagina. E tu entristece. Pois ninguém mais a viveu junto de ti. E tu sofre, se sentindo mais sozinha. E o pensamento, reaparece. Nesses teus sonhos. Que já não se distinguem mais. Se é verdade ou imaginação. A perdição do ser se dá na forma de fugir de algo que os assombra, fazendo que cries uma outra dimensão, que resides dentro. Lá dentro. No vazio. É fácil se perder. É fácil criar. Espero que aches o caminho de volta. Os sonhos são confortáveis. Mas não há nada como a realidade. Sinto sua falta. Se resolver voltar, te espero.